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- Meio ambiente - Está liberado o comércio e cultivo de ostras e mexilhões de Cacupé, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui

17.08.2020

Está liberado o comércio e cultivo de ostras e mexilhões de Cacupé, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui

17.08.2020
Está liberado o comércio e cultivo de ostras e mexilhões de Cacupé, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui
Foto: A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural comunica a desinterdição dos cultivos de moluscos dessas áreas após dois laudos negativos demonstrando que os produtos estão aptos ao consumo. (Foto: Julio Cavalheiro / Secom).

Desde a última sexta-feira, 14, está liberada a retirada e comercialização de ostras, mexilhões e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia de Cacupé, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui, em Florianópolis. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural comunica a desinterdição dos cultivos de moluscos dessas áreas após dois laudos negativos demonstrando que os produtos estão aptos ao consumo.

“Os resultados das análises demonstraram que os moluscos produzidos em Cacupé, Santo Antonio de Lisboa e Sambaqui estavam aptos para o consumo em segurança. É importante lembrar que essas análises são feitas de forma rotineira justamente para garantir a segurança dos consumidores”, destaca o gerente de Aquicultura e Pesca, Sérgio Winckler.

Áreas interditadas

Desde o dia 06/08, algumas áreas de cultivos de moluscos bivalves vêm sendo interditadas devido à presença de ficotoxina Ácido Okadaico - também conhecida como toxina diarreica - acima dos limites permitidos. Quando consumida por seres humanos, essa substância pode ocasionar náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreia.

Mantém-se interditadas com proibição da retirada e da comercialização de ostras, mexilhões, vieiras e berbigões provenientes das localidades de Barra do Aririú, em Palhoça; Ponta de Baixo, em São José; Freguesia do Ribeirão e Costeira do Ribeirão, em Florianópolis; e Fazenda da Armação, no município de Governador Celso Ramos.

Monitoramento constante

A Cidasc intensificou as coletas para monitoramento das áreas de produção de moluscos interditadas e arredores. Os resultados dessas análises definirão a liberação ou a manutenção da interdição. Os locais de produção interditados serão liberados após dois resultados consecutivos demonstrando que os moluscos estão aptos para o consumo.

Santa Catarina é o único do país que realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo. O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva, permitindo maior segurança para os produtores e consumidores.

Maricultura em Santa Catarina

Santa Catarina é o maior produtor nacional de moluscos, com 39 áreas de produção distribuídas em 11 municípios do Litoral. O setor gera mais de 1.900 empregos diretos e a produção gira em torno de 13 mil toneladas de mexilhões, ostras e vieiras.

 

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